Caro(a) colega Farmacêutico(a),
O Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro (CRF/RJ) repudia a posição do Deputado Federal Felício Laterça (PSL-RJ) que, nos últimos dias, tem atacado a nossa profissão com proposta que prevê o atendimento remoto nas farmácias e acusado os Conselhos de terem criado uma indústria de multas.
O dever do sistema Conselho Federal e Regionais é garantir a saúde da sociedade por meio do exercício profissional farmacêutico, ou seja, assegurar que tal atividade seja exercida por profissionais legalmente habilitados e conscientes da importância da sua função social.
Por isso, defendemos a fiscalização responsável, preocupada e dedicada ao exercício da profissão e, sobretudo, à sociedade que tanto precisa do farmacêutico em plena atividade.
As multas só são aplicadas aos estabelecimentos em situação irregular e que, por isso, colocam em risco a saúde da população. Nós, do CRF/RJ, estamos ao seu lado lutando pela defesa da profissão, e fazendo com que a fiscalização garanta mais vagas de emprego. Afinal, sabemos e reiteramos sempre o papel essencial do farmacêutico nas áreas da Saúde e dos Cuidados.
Presidente: Dra. Tania Maria Lemos Mouço
Vice-presidente: Dra. Silvania Maria Carlos França
Tesoureira: Dra. Carla Patricia de Morais e Coura
Secretário-geral: Dr. Ricardo Lahora Soares
Vale lembrar que a formação teórico-prática deve ser promovida ou reconhecida pela Associação Brasileira de Farmácia Antroposófica (Farmantropo).
#atuaçãolegal #crfrjemação
Em 2014, a aprovação da Lei 13.021/14 proporcionou à população a possibilidade de contar com assistência farmacêutica integral e garantiu legalmente o papel da farmácia como estabelecimento de saúde, reiterando o papel do profissional farmacêutico com a sociedade e rememorando o compromisso assumido com o paciente.
Diante das mudanças questionadas pelas autoridades e parlamentares, que culminam com a ausência do profissional farmacêutico nas farmácias e a rescisão de contratos feita pela Prefeitura do Estado, o Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro se posiciona absolutamente contrário e repudia a medida.
Medida que ocasiona o afastamento dos profissionais, redução salarial e privação do serviço prestado à saúde da população, trabalho esse que é diariamente exercido com muito mérito.
A presença do farmacêutico é primordial para integração da categoria da saúde. Por isso, seguimos juntos na luta a favor do profissional farmacêutico como parte indissociável e imprescindível na equipe técnica de saúde.