

Num mundo em que a confiança nas práticas profissionais é quase escassa, os farmacêuticos estão privilegiados numa escala internacional. Com percentual de confiabilidade de 87% no índice global, uma pesquisa realizada pelo instituto alemão GFK Verein aponta que o profissional do setor é um dos mais confiáveis também no Brasil. Dentre as 32 profissões listadas, no país, o farmacêutico ocupa a quinta posição com índice de confiabilidade de 76%, atrás apenas dos bombeiros, professores, paramédicos e pilotos.
A pesquisa mundial foi feita através de índices apurados em 25 países. Com relação a outras profissões, o índice de confiança dos brasileiros é de 56%. Todavia, a credibilidade alcançada nos profissionais de farmácia é tão grande que na Turquia o percentual de aprovação é o maior em todo o planeta, com 90% de confiança da população.
O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ), Marcus Athila, afirmou que esse grau de confiabilidade se dá pela facilidade de acesso da população a esse profissional de saúde. "Hoje o farmacêutico passa a ser visto como alguém que pode promover a qualidade de vida do paciente". Além disso, acrescentou Athila "o farmacêutico desempenha um papel de suma importância na sociedade brasileira. Na verdade, a sociedade dispõe desse profissional porque o acesso a ele é mais viável do que ao médico. Esse profissional é o mais disponível".
O presidente do Conselho destacou ainda que a orientação do farmacêutico não se restringe apenas às orientações específicas sobre medicamentos, mas se estende aà orientação preventiva relacionada a hábitos de higiene e cuidados com a saúde.
Marcus Athila finalizou dizendo que o CRF-RJ entende que o profissional deve ter as sete principais competências descritas pelos órgãos internacionais (Organização Mundial de Saúde e Federação Farmacêutica Internacional), que são as seguintes: prestador de serviços farmacêuticos em uma equipe de saúde, capaz de tomar decisões, comunicador, líder, gerente, atualizado permanentemente e educador.
Conteúdo disponível no site do Jornal do Brasil em 28 de Agosto de 2014
A assembleia de agosto do Cosems-RJ contou com a participação do presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF-RJ), Marcus Athila, do Chefe de Fiscalização do órgão, Marcos Alves, do Superintendente de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da SES-RJ, Anderson Lorenço Silva e do assessor do Cosems RJ, Manoel Cruz. O objetivo foi iniciar um diálogo com o CRF-RJ, cuja direção foi renovada no início de 2014, para que se busque entendimento entre o órgão e os gestores de saúde e se encontre soluções conjuntas dos problemas que envolvem a assistência farmacêutica.
"Todos nós, secretários de saúde, entendemos que os conselhos devam primar por melhores práticas profissionais e respeitamos isso, no entanto, estamos sempre no limite do ideal e do possível", ressaltou a presidente do Cosems, lembrando que multas e autuações podem acabar prejudicando a população. "Muitas vezes essas multas impedem que os municípios recebam recursos que poderiam beneficiar sua capacidade operacional", apontou.
Marcus Athila afirmou que o CRF está sensível às todos os tipos de limitação dos municípios "Não quero que os senhores pensem que o conselho tem o foco na multa e nas autuações. Não é isso que desejamos", explicou. No início do ano, uma comissão de assistência farmacêutica no SUS foi formada e conta com a presença de representantes do Cosems e da Secretaria de Estado de Saúde (SES RJ). Para Manoel Cruz, a perspectiva desse trabalho conjunto pode ser muito bem aproveitada no sentido da capacitação desses profissionais. A perspectiva é a de que Cosems RJ e CRF continuem dialogando para dirimir os problemas enfrentados pelos municípios.
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Num mundo em que a confiança nas práticas profissionais é quase escassa, os farmacêuticos estão privilegiados numa escala internacional. Com percentual de confiabilidade de 87% no índice global, uma pesquisa realizada pelo instituto alemão GFK Verein aponta que o profissional do setor é um dos mais confiáveis também no Brasil. Dentre as 32 profissões listadas, no país, o farmacêutico ocupa a quinta posição com índice de confiabilidade de 76%, atrás apenas dos bombeiros, professores, paramédicos e pilotos.
A pesquisa mundial foi feita através de índices apurados em 25 países. Com relação a outras profissões, o índice de confiança dos brasileiros é de 56%. Todavia, a credibilidade alcançada nos profissionais de farmácia é tão grande que na Turquia o percentual de aprovação é o maior em todo o planeta, com 90% de confiança da população
O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro - CRF-RJ, Marcus Athila, afirmou que esse grau de confiabilidade se dá pela facilidade de acesso da população a esse profissional de saúde. "Hoje o farmacêutico passa a ser visto como alguém que pode promover a qualidade de vida do paciente". Além disso, acrescentou Athila "o farmacêutico desempenha um papel de suma importância na sociedade brasileira. Na verdade, a sociedade dispõe desse profissional porque o acesso a ele é mais viável do que ao médico. Esse profissional é o mais disponível."
O presidente do Conselho destacou ainda que a orientação do farmacêutico não se restringe apenas as orientações específicas sobre medicamentos, mas se estende a orientação preventiva relacionada a hábitos de higiene e cuidados com a saúde.
Marcus Athila finalizou dizendo que o CRF-RJ entende que o profissional deve ter as sete principais competências descritas pelos órgãos internacionais (Organização Mundial de Saúde - OMS e Federação Farmacêutica Internacional – FIP), que são as seguintes: prestador de serviços farmacêuticos em uma equipe de saúde, capaz de tomar decisões, comunicador, líder, gerente, atualizado permanentemente e educador.
Notícia publicada no site Monitor Digital em 2 de Setembro de 2014