A votação da MP 653, que flexibiliza a presença de farmacêuticos em pequenas farmácias e drogarias, foi adiada para a próxima semana depois de manifestações realizadas pela categoria em diversas capitais do país. No Rio, a manifestação organizada pelo CRF-RJ, foi realizada na quarta-feira(19), nas escadarias da Câmara de Vereadores do Rio, na Cinelândia.

A manifestação ocorreu de forma pacífica no Centro do Rio e contou com a participação não só de profissionais experientes, como de vários estudantes de farmácia. Segundo Marcus Athila, presidente do Conselho Regional de Farmácia - CRF-RJ, que está em Brasília participando da luta contra a medida provisória, "a 653 é um grande golpe para a profissão farmacêutica e deixa a população, já tão abandonada pelo poder público, sem o direito de ter o farmacêutico para lhe prestar seus serviços".

Athila acrescentou ainda que "após a vitória da publicação da 13.021/2014, que reconhece a farmácia como estabelecimento de saúde, a MP 653 descaracteriza toda a assistência ao paciente, que só o farmacêutico é capaz de dar. A MP não corrobora com o cuidado à saúde que só o farmacêutico é capaz de proporcionar para a população nas farmácias e drogarias".

O relator da comissão mista, deputado federal Manoel Junior (PMDB/PB), reconhece que a presença obrigatória de farmacêutico, conforme determina a Lei 13.021/2014, torna a dispensa dos medicamentos mais segura e de melhor qualidade. No entanto, sob a alegação, não comprovada, de que há déficit de profissionais para atender a demanda e dificuldades de cumprimento da norma por pequenas farmácias.

 

Publicado no Jornal do Brasil

 

A votação da MP 653, que flexibiliza a presença de farmacêuticos em pequenas farmácias e drogarias, foi adiada para a próxima terça-feira, dia 26, depois que a categoria se uniu e convocou manifestações em diversas capitais do país. No Rio, o ato organizado pelo Conselho Regional de Farmácia - CRF-RJ, foi realizado no início da tarde desta terça nas escadarias da Câmara de Vereadores, na Cinelândia.

A manifestação que ocorreu de forma pacífica e contou com a participação de profissionais experientes, mas também mobilização de muitos estudantes de Farmácia. Segundo Marcus Athila, presidente do CRF-RJ, que está em Brasília participando da luta contra a medida provisória, "a 653 é um grande golpe para a profissão farmacêutica e deixa a população, já tão abandonada pelo poder público, sem o direito de ter o farmacêutico para lhe prestar seus serviços." Athila acrescentou ainda que "após a vitória da publicação da 13.021/2014, que reconhece a farmácia como estabelecimento de saúde, a MP 653 descaracteriza toda a assistência ao paciente, que só o farmacêutico é capaz de dar". A MP, segundo ele, não corrobora com o cuidado à saúde que só o farmacêutico é capaz de proporcionar para a população nas farmácias e drogarias.

O relator da comissão mista, deputado federal Manoel Junior (PMDB/PB), reconhece que a presença obrigatória de farmacêutico, conforme determina a Lei 13.021/2014, torna a dispensação dos medicamentos mais segura e de melhor qualidade. No entanto, sob a alegação, não comprovada, de que há déficit de profissionais para atender a demanda e dificuldades de cumprimento da norma por pequenas farmácias, manteve o artigo possibilitando que micro e pequenas tenham como responsáveis técnicos oficiais e técnicos no lugar dos farmacêuticos.

Disponível em: Difundir

A votação da MP 653, que flexibiliza a presença de farmacêuticos em pequenas farmácias e drogarias, foi adiada para a próxima semana depois de manifestações realizadas pela categoria em diversas capitais do país. No Rio, a manifestação organizada pelo CRF-RJ, foi realizada nesta quarta-feira (19), nas escadarias da Câmara de Vereadores do Rio, na Cinelândia.

A manifestação que ocorreu de forma pacífica no Centro do Rio e contou com a participação não só de profissionais experientes, como de vários estudantes de farmácia. Segundo Marcus Athila, presidente do Conselho Regional de Farmácia – CRF-RJ, que está em Brasília participando da luta contra a medida provisória, "a 653 é um grande golpe para a profissão farmacêutica e deixa a população, já tão abandonada pelo poder público, sem o direito de ter o farmacêutico para lhe prestar seus serviços". Athila acrescentou ainda que "após a vitória da publicação da 13.021/2014, que reconhece a farmácia como estabelecimento de saúde, a MP 653 descaracteriza toda a assistência ao paciente, que só o farmacêutico é capaz de dar. A MP não corrobora com o cuidado à saúde que só o farmacêutico é capaz de proporcionar para a população nas farmácias e drogarias".

O relator da comissão mista, deputado federal Manoel Junior (PMDB/PB), reconhece que a presença obrigatória de farmacêutico, conforme determina a Lei 13.021/2014, torna a dispensação dos medicamentos mais segura e de melhor qualidade. No entanto, sob a alegação, não comprovada, de que há déficit de profissionais para atender a demanda e dificuldades de cumprimento da norma por pequenas farmácias.

Fonte: O Fluminense

 

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos (OF), Carlos Maurício Barbosa, foi um dos oradores convidados do Fórum do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), organizado nos dias 13 e 14 de Novembro pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro. O dirigente da OF efectuou uma palestra intitulada "Sistema de Controle de Medicamentos vigente em Portugal" e participou em duas Mesas Redondas, juntamente com o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter João, e outros representantes das autoridades brasileiras ligadas ao sector do medicamento, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Na sua intervenção, o bastonário começou por apresentar alguns indicadores de saúde em Portugal. De seguida, explicou a classificação de medicamentos vigente em Portugal.

Em relação ao tema do controlo de substâncias estupefacientes e psicotrópicos, explicou o circuito, desde o cultivo à dispensa, passando pela produção e distribuição, explicando as responsabilidades e condições de cada interveniente do circuito.

Explicou ainda os procedimentos para dispensa destes produtos em farmácias comunitárias e hospitalares.

Carlos Maurício Barbosa explicou também aos colegas brasileiros o circuito controlado da administração de vacinas e medicamentos injectáveis em farmácia comunitária, desde a certificação da competência dada pela Ordem dos Farmacêuticos, ao processo de registo da administração de vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação nas farmácias.

Fonte - Ordem dos Farmacêuticos