Na sexta feira (6/3), a Escola Municipal Maestro Rui Capdeville promoveu uma ação social em parceria com o Conselho Regional de Farmácia.

Para consolidar o desejo de uma gestão em parceria com a comunidade, os moradores do bairro Guarani foram contemplados com um grande evento realizado pela Escola Municipal Maestro Rui Capdeville. A direção da escola, juntamente com o Conselho Regional de Farmácia, promoveu uma ação social com apresentação da palestra "Os Riscos da Automedicação" e com orientações importantes sobre o uso racional de medicamentos, entrega de cartilha explicativa, aferição de pressão arterial e medicação do nível de glicose.

A ação social teve a participação da coordenadora da seccional de Cabo Frio do CRF, Dr.ª Talita Barbosa. Estiveram presentes cerca de 300 pessoas entre pais, equipe diretiva, equipe técnica, coordenadoras dos projetos "Mais Educação" e "Sala de Recursos". No evento também participaram profissionais da área como as farmacêuticas Marcia D'Andreia e Ana Paula Andrione.

Para dar início à reunião, a diretora da unidade escolar, professora Luzier de Cássia, apresentou a nova equipe gestora e passou os informes necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico em 2015.

De acordo com a Direção, o planejamento desse encontro com a comunidade escolar vem atender à proposta da escola para o ano de 2015, que tem o objetivo de proporcionar a integração da unidade com os responsáveis por articular ações de prevenção e informação social.

 

Matéria publicada no site da Prefeitura de Cabo Frio no dia 10/03/2015.

 A coordenadora da Seccional da Região dos Lagos do CRF-RJ, Talita Barbosa, deu uma entrevista à Cabo Frio TV e à Rádio Ondas nessa última terça-feira (03/03) e ressaltou a importância do farmacêutico na farmácia como profissional de saúde e prescritor. Veja a matéria publicada no site da Ascoferj.

 

 

Buscando soluções para o problema que as farmácias e drogarias do município de Cabo Frio enfrentam, no que se refere à concessão da licença sanitária, a Ascoferj participou de um debate nesta terça (03/03) sobre o assunto no Programa Amaury Valério, da Rádio Ondas.

Participaram da entrevista o presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins; o diretor do Núcleo da Região dos Lagos, Cirineu da Silva Santos; e a coordenadora da Seccional da Região dos Lagos do CRF-RJ, Talita Barbosa Gomes.

Marins explicou que, desde 2010, os municípios começaram a fazer a transição das atividades sanitárias do Estado para os municípios, mas Cabo Frio não vem cumprindo o compromisso.

“Além disso, mesmo com a municipalização definitiva da Vigilância Sanitária local, ocorrida no final do ano passado, o problema persiste. E quem sofre com isso é o empresário, que fica impedido de comprar medicamentos controlados, prejudicando o consumidor”, acrescentou Marins.

De acordo com o diretor do Núcleo Região dos Lagos, a situação se complica uma vez que a licença deverá ser renovada no dia 30 de abril.

“Já tentamos contato com os órgãos fiscalizadores, mas eles informaram que estão se organizando para atender à demanda e ainda não têm previsão para começar a atuar. Estamos tentando uma solução para esse problema, que se repete ano após ano. Se continuar assim, as portas das farmácias serão fechadas. Temos prazos a serem cumpridos”, crítica Cirineu.

A coordenadora da Seccional da Região dos Lagos do CRF-RJ, Talita Barbosa Gomes, frisou a necessidade de o farmacêutico passar a integrar o quadro de profissionais da Vigilância Sanitária de Cabo Frio para dar início às inspeções nos estabelecimentos, mas isso ainda parece não ter acontecido.

“O problema é antigo e precisa ser resolvido o quanto antes. Sem a fiscalização, a farmácia fica impedida de obter os documentos necessários para comprovar sua legalidade e, consequentemente, continuar funcionando”, completou Talita.

Ao final do debate, Amaury Valério informou que a produção do Programa entrou em contato com o prefeito de Cabo Frio, Alair Francisco Corrêa, e o mesmo disse que, no dia 4 de março, dará um retorno para falar sobre a situação apresentada.

 

Fonte: Comunicação Ascoferj

 

 

Pesquisa realizada pelo instituto alemão GfK Verein apontou que os farmacêuticos estão entre os cinco profissionais mais confiáveis em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil. O estudo levou em conta índices de 25 países, onde a profissão ficou em quinto lugar como a que gera mais confiança entre as pessoas, ficando atrás apenas dos bombeiros, professores, paramédicos e pilotos. Especialistas apontam a proximidade com a população no dia a dia como uma das prováveis razões para esse resultado, e destacam a seriedade e a responsabilidade que o exercício da profissão exige.

Aline Coppola Napp, de 55 anos, escolheu a profissão de farmacêutica aos 16, por influência de seu marido, que na época ainda era apenas namorado. O companheiro, 12 anos mais velho, já era farmacêutico, e em 1982 Aline já estava seguindo os mesmos passos, obtendo a graduação pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

"O início da carreira costuma não ser muito bem remunerado, como na maioria das profissões. Mas quem continua investindo em qualificação pode melhorar essa remuneração. Cargos de gerência ultrapassam os R$ 3 mil de salário. Eu comecei minha carreira empreendendo e abrindo uma farmácia de manipulação, pois fiz especialização como farmacêutica magistral, que é específica para essa atividade. Fiquei à frente desse negócio por 29 anos, e atualmente coordeno ações sociais do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ)", explica a profissional.

Na opinião de Aline, os farmacêuticos têm a missão de serem educadores da saúde, responsáveis por assistir a população e advertir sobre a interação medicamentosa. E ela faz um alerta, lembrando que o Brasil possui uma cultura de automedicação, prática que, segundo a farmacêutica, é apontada como principal causa de intoxicação com óbito.

"Um medicamento pode ser isento de prescrição, mas nunca é isento de suas reações adversas. A automedicação é um problema muito grave em todas as camadas sociais de nossa cultura. Por isso, a necessidade de um profissional para advertir sobre a interação, ou seja, como usar um medicamento. Existem também pessoas que vão comprar remédios com receitas, mas não sabem ler. É preciso, por exemplo, orientar se deve-se ou não ingerir o medicamento junto com a alimentação, explicar horários, entre outras coisas importantes, para que o tratamento tenha êxito e não ofereça riscos", destaca.

Para o presidente do Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro, Marcus Athila, a confiabilidade demonstrada na pesquisa está relacionada à proximidade que a população tem com o farmacêutico.

"O acesso ao farmacêutico é mais viável para a maioria da população do que o acesso ao médico. É um profissional que está sempre disponível para atender, assim, acaba sendo visto pelas pessoas como alguém que pode promover qualidade de vida a elas", afirma.

Prescrição – Há aproximadamente um ano, uma resolução do Conselho Federal de Farmácia autorizou os farmacêuticos a prescreverem medicações que não exijam indicação médica, como é o caso dos analgésicos. Uma prática que, segundo Marcus, exige muito preparo e seriedade.

"A graduação de um farmacêutico dura cinco anos e a especialização para que esse profissional possa prescrever medicações leva em média mais dois. Pode parecer pouco para prescrever medicações isentas de prescrição médica, mas acredito que foi principalmente essa prática que fez com que o farmacêutico se tornasse, em um ano, o mais respeitado e reconhecido profissional de saúde", ressalta.

As possibilidades de atuação no mercado são amplas para o farmacêutico. Como é o caso de Erika Bartolomeu, que atua simultaneamente em dois campos de trabalho: uma empresa privada e um órgão público.

"São duas realidades completamente diferentes, na empresa, que no caso é uma rede de drogarias, quem atende o cliente são as balconistas, e minha atuação fica restrita as orientações quando necessárias. Já no posto de saúde, faço um trabalho de atenção básica familiar, atendendo a população carente, e distribuindo medicamentos para outros 22 postos", detalha.

Erika defende que hospitais e farmácias reservem um espaço apropriado para que o farmacêutico possa oferecer uma orientação adequada ao paciente, pois, segundo ela, é grande o número de pessoas que buscam medicamentos sem receitas.

"Como toda profissão, é preciso gostar do que se faz, e se dedicar. Mas o mais importante é lembrar que o farmacêutico trabalha com vidas, e cuida diretamente da saúde das pessoas. Por isso, é preciso uma formação sólida e um senso de responsabilidade grande. Nossa missão é mostrar que a farmácia não é um comércio, mas sim um estabelecimento de saúde", finaliza.

Fonte: O Fluminense

 

Neste sábado (28), será realizado um curso gratuito de antibióticos para farmacêuticos de Casimiro de Abreu, interior do Rio. O encontro será voltado para profissionais de farmácia inscritos no Conselho Regional de Farmácia (CRF - RJ) e tem como objetivo capacitá-los em relação aos agentes antimicrobianos mais utilizados na prática clínica e as principais interações farmacológicas que envolvem tais medicamentos.
O Curso de Antibióticos será realizado de 9h às 18h, no auditório Aline Carvalho da Costa, na rua Padre Francisco Maria Telles, nº 570, bairro Matarunada, na Secretaria de Educação. Os profissionais devem apenas levar uma doação, que pode ser um pacote de fralda geriátrica, uma lata de leite em pó ou 1kg de ração para cães.
Segundo o secretário de saúde Edson Mangefesti, o curso vai ajudar na melhoraria dos profissionais do município. "Qualificação é a palavra-chave para profissionais que trabalham na área de saúde. Por causa disto, Casimiro de Abreu está lisonjeado por sediar este curso, que vai contribuir para a capacitação de nossos farmacêuticos e também os de municípios vizinhos", disse.

Publicado em 24/02/15, no G1

 

O curso também foi divulgado em outros sites, veja:  

- Jornal Terceira Via

- Rio Das Ostras News

- Revista Digital de Notícias

- Rio das Ostras Jornal 

- Portal da Prefeitura de Casimiro de Abreu