O presidente do CRF-RJ, Camilo Carvalho, e o secretário-geral, Marcelo Pereira, participaram do programa Original, com Beth de Oliveira, na TVC Correio da Manhã. A entrevista realizada na última sexta (22/07) tratou de diversos assuntos de interesse da classe farmacêutica. Temas como a falta de medicamentos, o PL 1.774/19, que visa autorizar os supermercados e estabelecimentos similares a vender medicamentos que dispensam receita médica.
Assista a entrevista. Ela inicia a partir dos 19 minutos do programa.
O CRF-RJ foi destaque em reportagem veiculada no dia 13 de julho sobre a falta de medicamentos, no telejornal RJTV2, da InterTV, que cobre a Região Norte, região dos Lagos e Região Serrana.
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trecho da matéria
Não se automedique
Os medicamentos em falta são os mais receitados pelos profissionais de saúde e, com a alta procura, muitas pessoas acabam substituindo-os por similares. A vice-presidente do CRF-RJ, Luzimar Gualter, alerta, porém, que essa prática da automedicação não é recomendada e que a substituição dos medicamentos em falta não deve ser feita sem antes procurar um médico. "Um quadro que poderia ser leve, pode se agravar ocasionando uma internação ou até mesmo um óbito. Pedimos a todos que façam o uso racional dos medicamentos. Os farmacêuticos estão nas farmácias, da rede pública e privada, para orientar os pacientes. E reforçamos que procurem um médico se não encontrarem algum medicamento, para verificar com ele se há a necessidade de substituir por outro", advertiu a autoridade.
leia a matéria completa: https://www.diariodepetropolis.com.br/integra/falta-de-medicamentos-basicos-como-antibioticos-analgesicos-e-soro-fisiologico-preocupam-hospitais-e-farmacias-214513
O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ) vê com extrema preocupação a falta de medicamentos essenciais à qualidade da assistência e a manutenção da vida de pacientes, tratadas com alguns desses fármacos, escassos ou indisponíveis ainda por reflexos de crises globais, como a guerra na Ucrânia e os fechamentos de portos na China por causa da Covid-19, que dificultam a importação dos insumos. Há casos também como a descontinuidade de produção dos medicamentos por desinteresse comercial das indústrias.
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